Coronel da PM acusa presidente da Caixa Beneficente de não lutar pela paridade, e aceitar mixaria e fazer foto com governador em Palácio às vésperas da eleição do COPM e da Caixa

Please enter banners and links.

Um dos oficiais mais respeitados na Polícia Militar da Paraíba, o coronel , Jarlon  Cabral , fez severas críticas ao presidente da Caixa Beneficente da PM e BM, coronel Sobreira, por não lutar pela paridade, e ainda se aproveitar do período de eleições no Clube dos Oficiais e da Caixa , para se reunir com o governador, aceitar mixaria e fazer propaganda com fotos no Palácio do Governo.

“Meus amigos a que ponto chegamos. O Governo não cumpre decisão judicial para implantar a Bolsa Desempenho para os inativos, e dá uma mixaria no adicional de inatividade, e o presidente da Caixa Beneficente e seu aliados aceitam e não brigam pela paridade, e ainda fazem propaganda ao lado do governador, tudo isso às vésperas das eleições do COPM e da Caixa Beneficente. A verdade tem que ser dita. Esse adicional da inatividade é muito menor que a Bolsa Desempenho. Não aceitemos ser enganados. Queremos a paridade”, comentou o coronel Jarlon Cabral nas redes sociais.

O Clube dos Oficiais da Polícia e Bombeiro Militar da paraíba, e a Caixa Beneficente de Praças e Oficiais da PM e BM , impetraram em 2013 um Mandado de Segurança para que o Governo fosse obrigado a estender a todos os policiais e bombeiros militares inativos a Bolsa Desempenho.

Na época em que a Caixa Beneficente concordou cem impetrar o Mandado de Segurança, a entidade não era presidida pelo coronel Sobreira, mas sim pelo coronel Maquir Alves Cordeiro. Sobreira tem histórico de governista, e ninguém saberia se fosse ele o presidente da Caixa na época, se ele concordaria em acionar a Justiça em favor da categoria contra o atual Governo.

Depois de quase seis anos o processo foi concluído e agora a PBPrev será oficiada para cumprir a sentença com trânsito em julgado, e até Ação Rescisória rejeitada pelo Tribunal de Justiça da Paraíba. Até um Recurso Extraordinário foi manejado pelo Governo com claro objetivo protelatório, mas o STF, também decidiu pelo desprovimento.