O CALVÁRIO DE QUEM TRABALHA : Servidores efetivos do Trauma não aguentam mais e resolvem denunciar perdas e descaso do Governo

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Os servidores efetivos do Hospital de Emergência e Trauma não suportam mais o tratamento do Governo do Estado da Paraíba. Resolveram a partir de agora formar uma comissão representativa da categoria e denunciar na imprensa para a sociedade tomar conhecimento do descaso com o qual estão sendo tratados.

Os próprios servidores gravaram vídeos e estão espalhando nas redes sociais para que a população paraibana tome conhecimento do que esses profissionais estão passando.

Um dos representantes da comissão , o servidor efetivo Jobson Farias , elencou alguns dos problemas que atingem diretamente a vida desses profissionais efetivos, do Hospital de Trauma e também de outras unidades de saúde no estado da Paraíba :

  • Oito ano sem reajuste aos servidores efetivos;
  • Insalubridade de R$ 40,00;
  • Descaso do Governo com relação ao PCCR;
  • Governo tirou licença-prêmio ( Os servidores tinham progressão funcional, quinquênios, horizontal e vertical;
  • Produtividade paga com verba que vem Governo Federal em atraso de 3 a 4 meses aos servidores efetivos do Trauma;
  • Determinação de valor fixo de produtividade, quando em outros estados a produtividade tem valores diferenciados a cada mês;
  • O Governo em vez de repassar a produtividade na folha junto com o salário, repassava à Cruz Vermelha, que só pagava a produtividade dos efetivos quando pagasse salários celetistas, gerando atrasos;
  • Sucateamento do IASS ( antigo IPEP)

Os servidores também lamentam e não entendem porque o Sindicato dos trabalhadores em Saúde não toma qualquer posição em defesa da categoria, por isso mesmo, resolveram formar uma comissão para buscar seus direitos.

Alguns dos problemas são específicos para os servidores efetivos que trabalham no Hospital de Trauma, já outras perdas atingem todos os funcionários no estado da Paraíba.

Compõem a comissão dos servidores do Hospital de Trauma, Jobson Farias, Claudiene Ramalho, Mônica Benevides e Alécia Pereira Xavier. Diante da omissão do Sindicato da categoria, a comissão conta com o apoio jurídico do Sindojus Pb , Sindicato dos Oficiais de Justiça do estado da Paraíba, através de seu vice presidente, Joselito Bandeira Vicente.