Trabalho de promotores do Gaeco/MPPB, e da Justiça, na Operação Calvário deverá recuperar centenas de milhões desviados da saúde dos paraibanos

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Só no âmbito da Operação Calvário, o trabalho dos promotores que integram o Gaeco, do Ministério Público da Paraíba, somado às decisões do relator do processo no Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Ricardo Vital de Almeida, o montante de recursos desviados que devem voltar aos sofres públicos da Paraíba, deverá alcançar centenas de  milhões.

Essa informação tem como base a quantia já faturada pela Cruz Vermelha Brasileira em valores que ultrapassam R$ 1 bilhão.  Para garantir que recursos desviados possam retornar aos cofres públicos e serem investidos na saúde dos paraibanos, o desembargador relator do processo da Operação Calvário, no Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Ricardo Vital de Almeida, tem deferido pedidos do Gaeco/MPPB, no sentido de sequestro de bens de investigados visando a garantira de recursos ao final do processo.

Só da ex-secretária de Administração do Estado, Livânia Farias, a Justiça determinou o sequestro, a pedido do Gaeco/MPPB, de bens que ultrapassam R$ 1,2 milhão.  Outros investigados também devem prestar contas, cada um a seu tempo, do que foi desviado dos recursos públicos para enriquecimento ilícito, além de uso de propina em campanha eleitoral.

O ex-assessor do Governo, Leandro Nunes de Azevedo, também teve bens sequestrados para devolver cada centavo que aproveitado em benefício particular e de outros integrantes, em detrimento da saúde dos paraibanos.

A Organização das Nações Unidas (ONU) apontou que o Brasil perde cerca de R$ 200 bilhões com esquemas de corrupção por ano, revelou o procurador federal Paulo Roberto Galvão, da Operação Lava Jato, em entrevista a importantes veículos de comunicação no país.