Ministro do STJ que soltou Ricardo Coutinho da prisão, e votou contra cassação de socialista no TSE, na delação de Sérgio Cabral, revelam Antagonista e Crusoé

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O ministro Napoleão Nunes Maia, do Superior Tribunal de Justiça, foi citado na delação premiada do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. A informação foi publicada pela revista Crusoé, e o Antagonista.
O ministro Napoleão Nunes Maia foi o relator de ações eleitorais em que a Procuradoria Geral da República pediu a cassação do mandato do ex-governador Ricardo Coutinho, no TSE, por abuso de poder econômico e político.
Napoleão Nunes Maia, votou pela absolvição de Ricardo Coutinho no TSE, e em regime de plantão judicial, concedeu, em sede de liminar, no STJ , habeas corpus para soltar o socialista da prisão, apontado como chefe da organização criminosa responsável por desvios de R$ 134 milhões da saúde e educação na Paraíba.

Veja publicação de O Antagonista :

Os dois ministros do STJ delatados por Cabral

Crusoé, que teve acesso a uma parte dos relatos de Sérgio Cabral, revela que ele enredou dois ministros do STJ: Napoleão Nunes Maia e Humberto Martins.

Com base no que diz ter ouvido de Orlando Diniz, Sérgio Cabral afirmou que a contratação do escritório do filho de Humberto Martins teria por finalidade obter uma decisão favorável de Napoleão Nunes Maia Filho.