Com 54 hectares destinados à chegada de novas indústrias, prefeita destaca expansão das empresas, seleções com dezenas de vagas e investimentos em qualificação profissional para garantir que os empregos fiquem com os condenses.
Conde começa a desenhar uma nova realidade econômica, com mais empresas chegando, ampliação da oferta de empregos e uma estratégia para preparar a população local para ocupar as vagas que estão sendo abertas. A prefeita Karla Pimentel afirma que o município vive um momento diferente e aposta na implantação do terceiro polo industrial como uma das principais forças dessa transformação.
A nova área industrial terá 54 hectares destinados à instalação de empresas. Segundo Karla, o crescimento da procura pelo município já pode ser percebido na quantidade de empresas em processo de instalação e, principalmente, nas seleções realizadas por meio do sistema estadual de emprego integrado ao município.
“Quem quer trabalhar no Conde hoje tem uma possibilidade, tem uma porta aberta. Empresas pedem 100 vagas, 70 vagas. Não é brincadeira”, destacou a prefeita.
Mas a estratégia da gestão vai além de atrair empresas. Para Karla Pimentel, não basta criar postos de trabalho se a população do Conde não estiver preparada para ocupá-los. Por isso, a administração municipal tem associado a política de desenvolvimento econômico à oferta de cursos profissionalizantes e ao acesso à formação técnica e universitária.
O município disponibiliza transporte em três horários — manhã, tarde e noite — para estudantes que precisam se deslocar em busca de cursos técnicos, faculdades e universidades. A proposta é criar uma cadeia em que desenvolvimento, qualificação e emprego caminhem juntos.
“Nosso compromisso não é apenas abrir vagas, mas preparar a nossa gente com capacitação e qualificação para que essas oportunidades fiquem, de fato, nas mãos dos condenses”, reforçou Karla.
A prefeita projeta que os resultados mais expressivos desse planejamento deverão aparecer nos próximos dois anos. A expectativa é de um Conde com uma economia mais diversificada, novas indústrias funcionando e maior capacidade de absorção da mão de obra local.
“A estrutura do município hoje está desenhada para que, daqui a dois anos, se viva uma realidade completamente diferente. Se as pessoas forem justas, independentemente de partido ou bandeira, vão dizer que realmente aconteceu”, afirmou.
*Assessoria de Comunicação*




