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Homem condenado a 30 anos de reclusão por ter assassinado mulher de 20 anos em Gramame em João Pessoa

22 de abril de 2026
Homem condenado a 30 anos de reclusão por ter assassinado mulher de 20 anos em Gramame em João Pessoa

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) obteve, a condenação do homem denunciado pela instituição por praticar crime de feminicídio qualificado contra uma mulher de 20 anos, no bairro de Gramame, no município de João Pessoa. O caso teve grande repercussão e gerou comoção social. Miguel Ronaldo Pereira de Lima foi condenado a 30 anos e seis meses e 20 dias de reclusão, a serem cumpridos inicialmente em regime fechado, no Presídio de Monteiro, onde já estava preso preventivamente.

A denúncia foi oferecida pela promotora de Justiça Artemise Leal. Já o julgamento realizado na 1ª Vara Metropolitana do Tribunal do Júri de João Pessoa teve a atuação do promotor de Justiça Lean Xerez.

Miguel foi denunciado por assassinar a jovem Hailie Vitória Barbosa da Silva, por meio cruel, com golpes de martelo e faca, no apartamento da vítima, mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, após ingerirem bebida alcoólica e discutirem.

O crime aconteceu na madrugada de 19 de novembro de 2024. “A vítima pediu para o acusado ir embora e por não concordar com o pedido, foi iniciada uma discussão. Devido a esse motivo fútil, banal e desproporcional, o réu resolveu matar a vítima de forma cruel como atestou o laudo tanatoscópico. Após isso, ele fugiu para Monteiro. Lá, ele foi preso. A vítima foi socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma da Capital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu”, informou o promotor de Justiça Lean Xerez.

No julgamento, o promotor de Justiça destacou a brutalidade do crime, evidenciada pela quantidade e localidade das lesões provocadas na vítima e o fato de a jovem ter sido atacada de surpresa, sem condições de defesa. O Conselho de Sentença reconheceu a prática de feminicídio qualificado na forma da pronúncia.

Para os promotores de Justiça que atuaram no caso, a condenação refletiu a alta reprovabilidade da conduta do réu e da violência praticada contra a mulher.

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