A Polícia Civil da Paraíba aponta uma ligação entre a ação criminosa de uma quadrilha de roubo de jóias e o assassinato do empresário Glicério Feitosa.
O assassinato ocorreu dia 14 de maio deste ano. Glicério Feitosa, advogado, empresário, disputou as eleições para prefeito na cidade de Bayeux em 2024, pelo partido Novo.
Um homem dedicado à família, ao trabalho, a fé, da igreja Católica onde exercia função de ministro da eucaristia. Homem de fazer amigos e zelar pelo seu patrimônio, sua família.
O crime intrigou a população. Teria sido um crime de mando, com um matador contratado para tirar a vida dele, não. A Polícia Civil após intensa e cuidadosa investigação chegou a uma quadrilha de roubo de jóias.
Câmeras de vídeos, levantamentos, e a Polícia Civil chegou a conclusão de que o assassinato de Glicério foi um latrocínio.
Os bandidos foram assaltar e acabaram atirando em Glicério conforme as imagens das câmeras mostram nos vídeos divulgados na imprensa.
Durante a operação, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão nos bairros de Cruz das Armas, Paratibe e Muçumagro, resultando na prisão de seis pessoas.
Segundo as investigações, os alvos da operação são integrantes do grupo criminoso apontado como responsável pelo crime. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes policiais apreenderam diversos materiais de interesse para a investigação, entre eles a motocicleta utilizada na ação criminosa, um veículo Hilux, além de relógios e joias.
Todo o material apreendido será submetido à análise policial. As investigações seguem em andamento, com o objetivo de esclarecer todas as circunstâncias do crime e responsabilizar os envolvidos.

